terça-feira, 28 de abril de 2015

Sobre ser são em lugares loucos

Esse texto nos apresenta a curiosa experiência promovida pelo psiquiatra americano Rosenham dentro de um hospital psiquiátrico, sendo tudo construído pelo perspectiva de uma jornalista que escreve num tom quase de ficção.

A premissa é simples: Rosenham, um indivíduo são, vai à um lugar onde os pacientes são considerados loucos. Sendo assim, espera-se que ele, sendo um são fingindo-se de louco, seja identificado pelos médicos como ''normal''. O resultado disso é supreendente: Após o tempo no hospital, nenhum dos médicos consguiu enxergá-lo como são. A consequência do experimento foi a psiquiatria caindo dez vez na descrença geral e desmistificando a ideia da medicina como um Deus.

O mais interessante é os próprios foram capaz de identicá-lo como alguém que estava ali somente para observar e estudar, o faz com que a credibilidade dos médicos caia mais ainda.

Além disso, podemos contestar o método de tratamento utilizado pelos médicos, que se limitava somente à prescrição de pílulas.

Uma passagem importante que podemos destacar é a dicotomia entre o chefe do hospital (chamado Spritzer) e Rosenham, quando Spritzer tenta recuperar a imagem da psiquiatria, o que nos leva a um curioso ocorrido.Na ocasião, ele propõe a Rosenham que envie pessoe em estado normal fingindo serem loucas e eles serão todos identificados. Rosenham aceita o desafio. Assim, mais de 50 pessoas são identificadas como tendo sido enviadas por Rosenham. Ao final, ele revela que não enviou simplesmente uma pessoa. Esse curioso desfecho acaba por enterrar de vez a credibilidade na psiquiatria.


O texto acaba então com o mesmo teste de Rosenham sendo feito pela interlocutora. A partir daí, uma série de reflexões são postas para o leitor e é um momento em que podemos nos conectar diretamente com ela.

Nenhum comentário:

Postar um comentário